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quinta-feira, 3 de março de 2011

H.O.T.D - A morte continua a esperar... cap.05


Cap.05 – O duelo.Parte 3  // Final da Fic
-PS: Pode conter Spoiler   -q



-O quê?? V-você...– eu disse enquanto olhava espantado. Pensei que eu iria ganhar aquela luta sem sentido de uma vez, mas estava totalmente enganado, ela estava apenas começando.
-Pensou que iria me acertar com essa estratégia ridícula? Hahahahaha.- disse ele rindo...
  Vou explicar o que aconteceu. Eu pensava que se atirasse nele estaria tudo acabado, mas eu estava errado, logo que apertei o gatilho mirando na cabeça dele, ele cortou a ponta do taco de beisebol, com o qual eu tinha defendido a katana dele e tentou arrancar minha mão fora, mas eu percebi nesse instante e tentei me afastar, mas mesmo assim ele acertou a MP5 com intenção de quebra-la, mas como era de um material muito duro como o Kohta tinha me avisado, ela voou por uns 50 metros para longe de mim.
-Ferrou- disse enquanto imaginava que minha sorte tinha me abandonado naquele dia. Pois naquele  momento eu só tinha um taco cortado um pouco acima da metade e a bandana que o Kohta tinha me dado.
- Ei, por quanto tempo vai ficar parado? Se não vier até aqui me enfrentar, então eu vou.- falou enquanto corria em minha direção.
-Droga, o que eu faço agora?.- segurei o bastão com muita força, tentando prever o próximo ataque dele. Ele investiu contra mim com a katana em um corte que me surpreendeu, pelo tanto de força.
-Trác- Foi o som que surgiu quando ele cortou a metade do meu taco fora. Consegui desviar, mas perdi metade do meu taco, eu pensando que ele tentaria me cortar ao meio com a katana, tentei defender com o que tinha sobrado do taco, mas não foi bem assim... ao invés de me cortar, ele me deu um soco muito forte , tentei  me defender com os braços, consegui, mas devo ter voado por uns 10 metros até me bater na parede da casa, que chegou a ficar rachada.
-argggh- Gemi de dor pelo impacto que minhas costas sofreram ao se chocar com tamanha força com a parede.
-É isso tudo que você tem? Inútil.
-Droga, seu miserávelllllll- Corri na direção dele, joguei o taco para longe, já que ele estava inutilizável. Pulei na direção dele enquanto investia um chute na cara dele com toda minha força.
-Você acha mesmo que esse tipo de ataque vai me acertar? Ele dizia enquanto segurava minha perna no ar. Ele me girou e me jogou longe, aonde me bati numa arvore, em algo que parecia um jardim.
-aaa, isso doeu, ei, pensando bem... não foi por aqui que minha arma veio parar?- Comecei a procura-lá totalmente desesperado, pois aquele poderia ser minha única chance restante. Percebi que ele estava correndo em minha direção, comecei a correr também pelo jardim. Até que eu tropecei em algo que me soou familiar, olhei para trás enquanto continuava correndo para ver no que eu tinha tropeçado... era ela! A MP5, mas tinha um problema... ele também tinha percebido que ela estava lá e eu tinha corrido para longe dela. Olhei nos olhos dele, ele olhou nos meus, e os dois juntos olharam para a MP5.
-aaaaaaa- Gritei enquanto corri em direção a arma, ele estava mais perto dela. Ele já ia tentar chuta-la para longe, ai eu pensei:
- Se eu não fizer isso, eu estou acabado.- Eu me joguei com tudo para tentar pegá-la... a peguei a tempo, e passei escorregando por baixo dele, que agora tinha ficado com um rosto enraivado.
Me afastei um pouco dele e me segurei com força a arma, para ter certeza que ela não sairia de perto de mim novamente.  
-Parabéns, você conseguiu a arma, mas não fique tão empolgado com isso, isso não quer dizer nada.-Ele disse.
-Vamos ver se você vai continuar falando isso quando eu acabar com você.- Disse com um grande sorriso no rosto. Excitei ao tentar atacar ele, então lembrei... da bandana que o Kohta tinha me emprestado.
-Tomara que isso me dê realmente sorte.- Eu a amarrei a minha testa, mirei nele e comecei a correr.
-Prepare-se.- Eu disse enquanto comecei a atirar contra ele, que em uma velocidade sobre-humana começou a desviar bala por bala. Nesse momento, eu pensei: “Se essa toca realmente der sorte, isso acaba agora.”
-Achei . – Enquanto ele desviava as balas, percebi que ele ficou muito concetrado nisso e acabou esquecendo que eu ia em direção a ele. Até que achei uma pequena e difícil chance de acertá-lo.
-Ahn?- Ele percebeu que eu estava muito perto dele.
-Agora não tem volta. – Dei um grande pulo a ponto de chegar por cima dele, que por acaso tem 2,50 Metros, parei de atirar... eu não tinha mais o taco para acertar nele, então, com toda força que tinha me sobrado naquele momento, eu investi com a MP5 no rosto dele.
-AAAAAAAAAAAAAAAAA, agora você está acabado.- Acertei no rosto dele, com tanta força que ele se bateu na árvore atrás dele e a rachou no meio.
-E-eu... consegui?!
-Takashi, Você está bem? – Disse a Saya, enquanto ela, todos meus amigos e os outros que estavam ali viam em nossa direção.
-Você conseguiu , Takashi.- Disse a Rei.
-É, eu acho que sim.
-Minha bandana realmente ajudou hein? –Disse o Kohta enquanto ria. Olhei para trás para ver o que havia acontecio com o pai da saya. Ele estava acordado, e encostado a uma árvore.
-Ei, garoto, você me surpreendeu, hein?
-he-he, agora posso escolher meu pedido, não é?
-hmm, sim pode. – disse ele.
-bem, então, a única coisa que eu quero é que você deixe a Saya ir conosco.
-O queee?-Ele disse já com os olhos arregalados
-Eu posso ou não?
-grrr, se ela quizer eu não vou impedir.- Ele revira o olhos.
-Então Saya, você vai ficar aqui, ou vai conosco?
-Ehh?! Bem, e-eu já estou aqui com minha família, por que iria com vocês?
-Porque? Porque somos AMIGOS, isso não é o bastante para você?
-Bem, eu...- Antes de ela terminar de falar, uma gritaria a interrompeu...
-Aaaaaa, o que é aquilo em cima do muro?- Olhei para lá, e vi algo que me fez lembrar do sonho que eu tive antes de ir para a luta. Isso mesmo, tinha um “deles” ali, algo que se parece com zumbis que passam em filmes de terror.
-É-é, o me-esmo que eu vi no meu sonho.- Ele pulou em minha direção e meio que por reflexo, eu mirei e atirei na cabeça dele.
-arf, arf, arf. – eu respirava fortemente enquanto olhava para ver se ele estava morto.
-Como ele apareceu aqui? – Disse o pai da Saya.
-Deve ter sido pelos tiros, ele deve ter ouvido e veio para cá.- Disse a Busujima-Senpai.Logo que ela acabou de falar, ouvimos vários gemidos vindo do portão. Todos olharam para lá, e não gostaram nem um pouco do que estavam vendo.
-aaaaaaaaa, socorro.- Disse um dos agregados da mansão e os outros todos desesperados, começaram a gritar também.
-hahaha, Saya, vá.
-O que?
-Vá com seus amigos... Fuja daqui.
-Ahn?! Mas, pai, e você? E a mamãe? Eu não vou de jeito nenhum!!!- Ela disse e logo após recebeu um tapa no rosto.
- Eu já falei para ir.-ele a abraçou... um longo e apertado abraço.
-Agora vá, nós vamos cuidar disso.
-Isso mesmo Saya, nós te amamos, não precisa se preocupar conosco- Disse a mãe da Saya que vinha andando.
-Mãe... Pai... e-e-e-u-eu, AMO VOCÊS!- Ela os abraçou mais uma vez enquanto chorava histericamente.
-Vamos... Saya, Rei, Kohta, Busujima – Senpai, Shizuka-sensei, Alice-chan.
-Vamos! – disseram todos ao mesmo tempo.
-Ei, Takashi, é bom você cuidar bem da Saya, se não da próxima vez você não vai ter tanta sorte.
-Pode deixar comigo.- Entramos em um carro que tinha na garagem da mansão.
-Vamos, Shizuka-sensei, vamos embora.- Ela pisou no acelerador
-Tchauuuu, mãe, pai !!!
-Tchau, filha.- Disseram os dois.

Destruimos o portão com o carro, atropelamos vários “deles” e fomos embora dali. Que foi se enchendo cada vez mais “deles”, enquanto nós íamos embora para provavelmente nunca mais voltar...




FIM DA FIC
Espero que tenham gostado.
Planejo Criar uma Fic do One Piece, ainda não tenho data marcada... Postem o que vocês acham disso ;D.


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

H.O.T.D - A morte continua a esperar... cap.04


Cap.04 – O duelo .parte 2
PS: Contém spoiler   -q


  
E lá estava eu, sentado a mesa e sendo o centro das atenções de todos... O almoço continuou tensamente, ele continuava a me olhar como se quisesse me devorar vivo, e eu ficava de cabeça baixa olhando apenas para o meu próprio prato.
-Ei, Takashi – Sussurou a Rei.
-Quê?
-O que foi que você fez com o pai da Saya para ele ficar tão furioso?
-Eu? Eu não fiz nada. –Disse eu.
-Então você quer dizer que o pai da Saya é louco? Para fazer essa disputa por nada.
-Humm... é, ele definitivamente é louco.
-Aff, fala sério, qual foi o real motivo disso tudo?-Disse ela olhando no fundo dos meus olhos. Eu tentei disfarçar, mas não foi possível.
-aaaa, Ele disse que se eu perder vou ter que me casar com a Saya! Satisfeita? – Isso saiu um pouco mais alto do que eu planejava.Todos voltaram a atenção para mim mais uma vez e começaram a fofocar uns com os outros.
-Takashi, você... – disse a Rei, totalmente pálida.
-Rei, não é isso que você está pensan... ahh, na verdade é isso mesmo que você ta pensando.
   Ela saiu correndo da sala, enquanto todos os outros também se retiravam, até que só ficou eu e o pai da Saya.
-aaaaaaaaa, isso é tudo culpa sua! Para que essa luta sem sentido?- Disse apontando para ele.
-Eu simplesmente gostaria de ter um membro forte e habilidoso na família. – Disse ele enquanto se levantava da mesa com uma risada diabólica no rosto, que teve um efeito pior com a sombra que passava pelo seu rosto.
-É melhor não se atrasar, se isso acontecer, eu mesmo vou te buscar. – Ele tinha ido embora e tudo que tinha restado naquela sala era eu e um novo sentimento. A Raiva que eu tinha adquirido por aquele homem.
  Fui para o meu quarto, deitei na cama e peguei no sono. Eu lembro que sonhei com aquela maldita luta, quando estava no meio da luta, um “deles”, pulava em cima de cima de uma arvore no pátio em mim. E ai eu acordei suando frio, e vi que já eram 16:30, 30 mins antes da luta. Levantei rapidamente, ainda tremendo pelo sonho, tentei me vestir adequadamente para a batalha e deu nisso: vesti uma calça preta, tirei o casaco e fiquei somente com a blusa vermelha para aumentar minha flexibilidade, coloquei uma luva em cada mão, e levei também taco de beisebol. Antes de ir para a luta eu falei com o Kohta que estava no mesmo quarto que eu.
-Ei, Kohta. Vou precisar de algo para essa luta.
-Ahn, okay, deixa eu ver...- ele ficou mexendo nas coisas dele até que falou: Aqui, essa daqui é ótima. Ele me mostrou uma arma que ele disse que se chamava MP5.
-Essa arma de porte médio, vai ser ótima para o duelo, ela é feita de um material totalmente duro, mas não chega a ser pesada, dispara 3 balas por segundo  e...
-Tá bom, já entendi, valeu mesmo. – Disse eu enquanto abria a porta do quarto
-Ei, Takashi, pegue isso.-eu peguei e olhei para ele.
-É só uma bandana da sorte.
-hum... – eu dizia enquanto olhava para ela sem entender muito bem.Era uma bandana preta, com uma caveira na frente e duas armas a cruzando.
-Pode ter certeza, ela vai te ajudar nessa luta.
-Valeu... – Amarrei a bandana na cabeça enquanto me retirava do quarto, em direção ao pátio, para dar um fim naquilo tudo, naquela luta que poderia decidir o que seria da minha vida e da vida dos meus amigos.
   Chegando no pátio, todos estavam esperando, já era hora, hora de vencer.
-Eu já estava indo te buscar. – disse ele.
-Chega de papo furado, vamos acabar logo com isso.
- Tudo Bem então,você quem pediu. –Disse ele enquanto sorria sarcasticamente, depois de ver o sorriso dele ele desapareceu, assim, num piscar de olhos. Segurei meu bastão com força, e quando menos esperava, lá vinha ele, tão rápido que era difícil enxergar seus movimentos.
  Ele chegou pela minha esquerda, meu ponto ponto fraco, ninguém sabia disso. Ele sacou a Benihime e fez um corte em diagonal, para me atingir o braço como da outra vez, mas dessa vez foi diferente.
-Ei, não pense que vai ser fácil como da última vez, idiota. – Disse isto enquanto defendia aquele corte com meu taco de beisebol, ele totalmente desprevenido olhou para mim meio que não acreditando. Peguei a MP5 ou seja lá qual for o nome daquela arma, mirei na cabeça dele e atirei enquanto ouvia um grito de pavor.
-Não, paiiiii!



Espero que tenham gostado, amanhã posto mais uma parte provavelmente, dependendo da minha criatividade amanhã >.<

Links para os capítulos:
Cap.01 - Recepção nada amigável
Cap.02 - A proposta
Cap.03 - O duelo
Cap.04 - O duelo parte 2 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Fanfic: H.O.T.D: A morte continua a esperar - Partes 1/2/3

Cap.01 - Recepção nada amigável
Cap.02 - A proposta
Cap.03 - O duelo
Cap.04 - O duelo parte 2

H.O.T.D - A morte continua a esperar... cap.03


Cap.03- O duelo
- Droga, droga, drogaaaa, o que eu faço agora? Se eu lutar com o pai da Saya com certeza eu vou morrer...- eu dizia isso enquanto eu andava sem rumo por aquela enorme casa, até que eu avistei a Saya naquele imenso corredor.
- Ei, o que você está fazendo aqui?
- Aqui é minha casa, eu fico aonde eu quizer – Disse a Saya enquanto olhava pela janela para o lado de fora.
- Isso eu sei, estou perguntando porque você está aqui sozinha?-
- Nada em especial... mas me responde uma coisa, o que meu pai queria falar com você? – Disse ela.
- Bem... nada.
- Nadaa?? Então porque você demorou tanto com ele lá dentro?
- Err... – Dessa vez o Kohta não estava lá para eu desviar de assunto.
- “Err”, o que? – disse ela totalmente desconfiada.
- Ta certo, ele falou, que íamos ter um duelo. – Disse eu com medo da reação dela.
- ... *silêncio*
- O que foi? Ta se sentindo mal? –eu disse
- Eleeeee, fez isso de novo!! – disse ela com um olhar de raiva.
- Pera aí, de novo?- Quando acabei de falar isso ela já estava descendo as escadas.Fiquei sem entender nada, mas fiquei na minha. Depois disso, eu também desci as escadas e fui em direção aos meus amigos, que estavam todos reunidos.
- Oi. – disse eu
- Oi. – disseram todos, quase que em coral.
- Takashi, você esteve esse tempo todo dormindo? Seu preguiçoso. – disse a Rei.
- Não, estava conversando com o pai da Saya.-disse eu
- Ahh, ele estava pedindo desculpas para você né? 
- B-bem, não exatamente isso.
 Fiquei ali com meus amigos conversando por um tempo, até que chegou a noite. Logo que escureceu, os criados da mansão começaram a colocar várias barreiras nos portões  e em todo tipo de locais que poderiam ser usados como entrada “deles”.  Todos foram dormir. Não sei se conseguiram, pois eu não consegui, tudo que dava para se ouvir naquele momento, eram gritos que viam do lado de fora da mansão e o ronco infernal do Kohta. Passei umas 2 horas sem conseguir dormir, até que finalmente peguei no sono. No outro dia de manhã, acordei e fui dar uma volta pela mansão, já que ficar no mesmo quarto que o Kohta roncando alto daquele jeito era difícil. Logo ao chegar no pátio da mansão eu vi a Saya mais uma vez olhando para longe, provavelmente com o pensamento longe...  cheguei perto dela , e falei:
- Oi, Say... – Tomei um grande tapa na cara novamente, enquanto ela gritava histericamente:
-aaaaaaaaaaaaaaa...  ah, é só você Takashi, não me dê um susto assim, odeio isso. – Depois daquele grito todos olharam pelas janelas da casa para nós e quando viram que não tinha nada de errado fecharam suas janelas e foram dormir de novo provavelmente, enquanto resmungavam .
- Sobre a conversa que eu tive com seu pai...
- Já sei de tudo- Disse ela – Eu sei da proposta também.
- ah, é? –Disse eu olhando para o céu.
-Sim, essa deve ser a 4ª vez que meu pai faz isso, toda vez que eu consigo algum namorado, ele faz sempre a mesma proposta, dese casar comigo, mas deve ter se enganado pensando que você é meu namorado.
- Hum... e o que aconteceu com seus namorados?
- Dois deles fugiram e nunca mais falaram comigo, e dos outros  dois que aceitaram a oferta, um morreu, e o outro no meio da luta pulou o muro da casa e saiu correndo e nunca mais foi visto ...
- a-aha-h-haah-aha. – disse eu, suando frio. Enquanto conversáva-mos,  a Busujima-Senpai apareceu na janela e nos chamou para almoçar.
-Ei, venham é hora do almoço.- Nós fomos. Chegando lá estavam todos na mesa, inclusive ele... o pai da Saya.Eu sentei naquela mesa enormeeeee, que devia ter uns 7 metros de largura. Enquanto todos almoçavam, o pai da Saya se levantou e falou:
-Tenho um aviso para todos. Hoje, Nós teremos um duelo. –Eu senti um arrepio anormal passando por todo o meu corpo.- E o duelo vai ser entre Eu e Ele. –Apontou para mim, que quase saltei da cadeira.
- O quêêêêêêêêêêêêê???- Todos ali falaram a no mesmo momento, e pararam para me olhar.
- Por quê isso? O que o Takashi fez? – Disse a Rei e ele respondeu:
- Nada, ele simplesmente vai lutar comigo as 17:00 da tarde de hoje... não é? Ta-ka-Shi. – ele me olhou com um olhar tão medonho e apavorante, que eu disse:
-err... e-eu a-acho-o  q-que sim.

H.O.T.D - A morte continua a esperar... cap.02

Capítulo 2: A proposta
 PS: Contém Spoiler   -q 





 Logo após um longo “sono” eu acordei. Abri os olhos e não tinha ninguém ali naquele lado do quarto, até que eu ouvi um grito:
-aaahhh! Taka...-  Eu me virei meio que por reflexo e susto, e dei de cabeça com alguém que eu não tinha percebido que estava no quarto. Era a Saya, que estava ali do meu lado, na cama. Logo que bati de cabeça com ela, cai da cama e ela junto.
-Aii, minha cabeça, e... o que é isso mole na minha mão?-disse eu
-Kyahh, são meus peitos, idiota!-disse ela ficando vermelha, e me deu um tapa na cara.
-Aii, foi sem querer, isso doeu.- eu disse enquanto alissava meu rosto que havia ficado vermelho.
-Deixando isso de lado, o que aconteceu comigo?
-Você não lembra?
-N-não estou conseguindo lembrar.-disse eu meio confuso.
-Aff, então eu vou lhe lembrar.-Disse Saya. – Você estava conversando com o Kohta sobre alguma coisa idiota, até que você tentou apartar a briga que estava acontecendo entre meu pai e aquelas pessoas que estão refugiadas aqui na minha casa e acabou arranjando briga com meu pai; o que não é muito esperto afinal de contas.
-ah... agora eu me lembro, mas tenho mais uma pergunta... porque você estava aqui no quarto do meu lado?
-isso é... eu só estava... esperando você acordar, pois... pois o médico falou pra alguém avisá-lo quando você acordasse.-disse Saya completamente vermelha.
-sério? Então, obrigado por isso. Ah! É mesmo, e os outros, como estão?
-eles estão lá em baixo jantando, com o resto do pessoal. E meu pai disse que quer vê-lo.
-ahn?- Disse eu receioso de ter mais uma mão furada ou quem sabe ainda pior...
-sabe, Saya, eu estou muito cansado, e acho que eu não vou conseg...-fui interrompido quando ela me puxou da cama mesmo de pijama hospitalar.
-Não tem nenhuma desculpa, ele te chamou e você vai ter que ir.-ela me puxou até um armário.
-aí dentro estão seus pertences, se arrume e venha logo, meu pai odeia ter que esperar.-disse ela enquanto fechava a porta do quarto.
-Aff, quem ele pensa que é? – eu me vesti e sai pela porta do quarto onde a Saya estava me esperando.
-Me siga que eu te levo lá.- disse ela já na frente.
-Ei, me espere- por algum motivo eu tinha medo de andar sozinho naquela mansão, a qualquer momento eu poderia me perder, e nunca mais ser encontrado, pois pelo tamanho da mansão, parecia mais um labirinto, cheio de corredores, portas, janelas, escadas e cômodos.
-Aqui está. A sala do meu pai, pode entrar, ele está esperando.
-Não vai me dizer que... você não vem?-disse apavorado.
-Claro que não, ele chamou você.-vocês devem pensar de mim:“que cara medroso, com medo de um velho!”, pode até ser isso, mas acrescente músculos maiores que a minha cabeça, 2,5 Metros de altura, um olhar assustador e aquela Katana que deve ser maior que eu; deu pra imaginar? Ele é um pouco pior ainda.
-Droga, é agora ou nunca. Com licença, posso entrar?-disse eu suando frio.- Não ouvi nenhuma resposta, então entrei mais para dentro da sala.
-Aff, Cadê ele?
-Eu estou aqui.- Naquela hora, até o último cabelo do meu corpo ficou arrepiado, eu senti aquele olhar sinistro me fuzilando dos pés a cabeça.
-o-oo-oi,o senhor me chamou?
-Sim, pode se sentar naquela cadeira.
-claro, senhor.-eu já estava me preparando para correr dali quando ele disse:
-calma, relaxe, eu sei que você deve ter ficado apavorado ontem quando eu lhe cortei no braço e na mão.
-H-hehee-he, então... o que o senhor quer comigo?
-Quer uma água, suco, Refrigerante?-Disse ele com uma risada diabólica.
-Sim, um refrigerante, obrigado.- disse eu enquanto abortava o plano de sair correndo dali.
-Pois bem, eu tenho uma proposta para você.
-Po-pode falar, senhor.
-Vou lhe explicar a proposta. Eu vi ontem quando você conseguiu se esquivar da minha estocada com a Benihime, e achei interessante. Portanto, eu tenho uma proposta... e ela é:
Lute comigo, Komuro Takashi, e assim, se você ganhar você pode fazer algo da sua escolha. 
Mas se eu ganhar, então você vai ter que se casar com minha filha, a Saya.- Disse ele com uma face incrivelmente sinistra.
-Queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee?M-mas e-eu nem t-tenho na-nada a ver com su-sua família.Isso está mesmo certo?
-É isso mesmo que você ouviu.E se não aceitar...-ele se levantou com a katana que ele chama de Benihime nas mãos  e em um corte tão rápido que eu nem consegui ao menos enxergar, cortou ao meio a lata de refrigerante que eu estava segurando.
-Pois bem, qual a sua resposta? –disse ele em um tom sarcástico
-Eu aceitoo!-eu disse, sem nenhuma escolha.
-Muito bem, lhe espero amanhã no pátio da casa as 17:00 da tarde. Se entendeu, pode se retirar.
-Claro senhor.-disse eu tenso.
-Não vá faltar, Hein?!-enquanto ele dizia isso eu fechei a porta e disse:
-Mas que maldita sorte a minha!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

H.O.T.D - A morte continua a esperar...


 Capítulo 1: Recepção nada amigável.
 PS: Contém Spoiler    -q

Cof cof... Eu não tenho mesmo jeito para essas coisas de narração... Bem, eu me chamo Takashi e estudo, quero dizer, estudava numa escola pacífica e... err... normal.
Como vocês devem saber, esse é o fim do mundo. Não restou muita coisa que dê para ser usada, várias pessoas morreram, o problema é que mesmo mortas elas ainda andam...
Essa história não começa no começo de toda a tragédia, mas sim quando eu e meus amigos conseguimos encontrar os pais da Saya e ir para casa dela.
Logo que cheguei  na casa dela percebi algo muito estranho, aquele lugar não era exatamente uma casa... era muito mais que isso, era uma grande mansão cheia de pessoas no pátio, e tantas janelas e cômodos que não consegui contar nem com todos os dedos das mãos e dos pés.
-Uauuu.- eu pensei, mas preferi não demonstrar que tinha adorado aquele lugar.
-Ei, takashi, o que foi? Você está estranho, está até babando.- Disse Rei para mim.
-Err... eu estou com sede, bastante sede!, hehe - disse eu tentando disfarçar.
-Sei... é melhor não sair por aí babando a casa inteira, não quero passar vergonha, e a propósito o que você andou fazendo com a Busujima-senpai enquanto estavam...- não esperei o final. Com isso eu desviei o olhar para o Kohta e falei:
 - Ei Kohta, nunca tinha visto essa sua arma.- paguei caro por isso, tive que ouvir uma longa história sobre aquela tal daquela arma, só pra me livrar da Rei. Então de repente uma coisa interrompeu o longo e cansativo papo com o Kohta, uma grande discussão e gritaria do outro lado do pátio, era o pai da Saya que estava brigando com os refugiados na casa dele. Eu fui tentar me intrometer aonde não devia, logo que ele me viu tentando apartar a briga eu ouvi um zumbindo que passou a milímetros de distancia do meu ouvido, e só não me atingiu pois eu dei um pequeno salto para a direita. Percebi a katana na mão do pai da Saya e logo entendi tudo. Ele estava muito enraivado com os refugiados intrometidos e pensando que eu fosse um deles ia descontar em mim... puro azar meu. Logo depois eu falei:
-Ei, espere, eu não estou do lado deles.
-Não me interessa, vocês já me aborreceram de mais, vão todos morrer pelas minhas próprias mãos.- que maldita sorte eu tenho hein?! Eu acabei tropeçando em algo... um pedaço de pau que por algum milagre estava bem ali do meu lado, logo que a vi , acabei vendo outra coisa que não me agradou tanto assim, aquela Katana, que agora chegou a cortar meu braço, e não o arrancou pois eu consegui pegaro pedaço de pau a tempo e desviei um pouco a lamina... o pedaço de pau foi cortado ao meio. Eu gritei de dor:
- aaaaaaaa...- tentei  reagir, mas lá vinha a maldita Katana de novo que dessa vez parou com um grito:
- Pareee paiiiiii!- gritou Saya com um olhar apavorado. Logo ela chegou correndo e parou ao meu lado.
- Takashi, Você está bem?-
- A-acho que vou sobreviver, hehe- disse eu, não tão animado assim.
- Pai , porque você...- isso foi dito para o nada, ele já tinha saído dali, percebi sangue na minha mão e a katana fincada nela e foi a ultima coisa que eu vi... desmaiei com o grito de desespero da Saya:
-Takashiiiii!

Minha primeira Fic, comentem sobre o que acharam dela ;D